40% Dos Acidentes de Trânsito, São Por Atropelamento.

07/08/2019

 

Foto: Agência Brasília

 

Números do Departamento de Trânsito (Detran-DF) mostram que de 40% dos acidentes com morte no trânsito da Capital Federal de Janeiro a Maio de 2019 envolveram pedestres.

 

De acordo com o Detran-DF, Até maio, houveram 114 acidentes fatais, sendo destes 48 atropelamentos. Um aumento de 30% em relação ao período do ano anterior. As cidades com maiores registros de atropelamentos são, Ceilândia e o Plano Piloto. 

 

As faixas de pedestres, que eram uma das principais alternativas para evitar mortes, já não são tão respeitadas. Em muitas cidades, a falta de manutenção fazem com quem as faixas nem mesmo sejam vistas, o que dificulta a vida do pedestre e a visibilidade do motorista. Porém, ainda é possível  testemunhar o desrespeito a faixa, principalmente por parte de motoristas e motociclistas, que não param para os pedestres.

 

Brasilienses afirmam que as campanhas de conscientização no trânsito, somada a intensas fiscalizações são necessárias para evitar acidentes.

 

Especialista em trânsito e mobilidade, Hartmut Gunther, do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB), reconhece que a faixa e as campanhas de conscientização trazem bons resultados, mas reforça a necessidade de fazer mais pelos pedestres. “Precisamos considerar os pedestres como parte do trânsito. Em algum momento do dia, todas as pessoas se tornam um deles e temos que levar isso em consideração”, comenta.

 

O estudioso diz que o espaço das pessoas é desrespeitado frequentemente. “Precisamos de amplas calçadas, que os motoristas estacionem corretamente e parem de considerar o pedestre como um problema para o tráfego”, afirma. Hartmut considera falha a manutenção pública. “Se surgir um buraco na pista e um na calçada, sabemos qual será consertado primeiro. No trânsito, todos temos que ser considerados igualitários.”

Foto: Agência Brasília

 

As faixas de pedestres se popularizaram no Distrito Federal a partir de abril de 1997. Um ano antes, 266 pedestres haviam morrido ao tentar atravessar pistas na capital. O número acendeu o alerta e fez com que o governo, entidades civis e pesquisadores organizassem uma estratégia. Campanhas de conscientização conseguiram mudar o comportamento da população e construir uma cultura de respeito à travessia, fazendo a capital ter reconhecimento nacional e internacional.

 

 

Fonte: Jornal Correio Brasiliense e Detran-DF

 

 

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