Cisne Sinaleiro É Abatido No Parque Ecológico De Águas Claras

26/06/2019

 

A imagem divulgada é de cortar o coração, O Cisne Sinaleiro Africano cruelmente abatido no Parque Ecológico de Águas Claras, reflete claramente o desequilíbrio cada vez mais evidente de uma sociedade doente.

 

 Foto: Divulgação

Segundo Informações da Administração do Parque Ecológico de Águas Claras e da Policia Militar Ambiental, entre as 22h do domingo (23) e às 6h de segunda (24) ocorreu o incidente que aparentemente foi causado por um projétil, que não atravessou a ave, o que inicialmente, levanta a suspeita do tiro ter sido procedente de uma arma de pressão.

 

Logo pela manhã, um dos agentes de limpeza encontrou o animal já morto na lixeira e entrou em contato com a Administração e a Polícia Ambiental que imediatamente foi até o local para averiguar. A vigilância sanitária foi chamada, mas não fez o recolhimento adequado do cisne que foi levado pelo SLU, o que impossibilitou também que ele fosse periciado.

 

No total, eram quatro Cisnes Sinaleiros habitando o parque, com o abatimento dessa semana, agora são apenas três, um casal e um filhote.

 

Reflexo da falta de segurança, não é a primeira vez que animais do Parque são mortos com requintes de barbaridade. No primeiro semestre de 2018 adolescentes residentes em Águas Claras, chutaram uma ave que também habitava o laguinho e a mataram. Outra ave também veio a óbito após o ataque de um cachorro que passeava sem a focinheira.

 

Luiz Gustavo Lopes Campos morador de Águas Claras frequenta o parque e lamenta o ocorrido; “A indignação é de todos nós. A revolta é grande e corrói por dentro. A sociedade em sua grande maioria se encontra alienada, sem limites. O que precisamos é de respeito por tudo o que nos cerca. Respeito aos animais é fundamental, são seres incapazes de fazer o mal! Aqui no parque os próprios donos de cachorros que frequentam não respeitam o ambiente. Vejo cachorros sem focinheira, correndo em meio às bicicletas, soltos, sem guia. Cachorro tem instinto, pode facilmente atacar um dos patos, morder alguém, até mesmo uma criança. As pessoas precisam se educar, e no caso do cisne, o que falta é sanidade mesmo. Precisamos de fiscalização e cadeia mesmo”, desabafa Luiz.

 

Até o final de 2018, cerca de trina e nove animais entre todas as espécies existentes no parque habitavam a região, vivendo soltos e em total harmonia com o sistema e frequentadores. Com as reproduções, é possível que esse número já tenha aumentado.

 

Mesmo que alguns animais considerados exóticos possam ser abatidos para consumo, existe a necessidade de todo um trâmite para que isso seja feito, desde a criação ao abatimento, que precisam seguir regras pré-estabelecidas. Segundo o previsto no artigo 32 da Lei dos Crimes Ambientais, de 1998, matar animais é crime e a lei prevê detenção de três meses a um ano, além de multa, para quem “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar” qualquer tipo de animal. Se houver a morte do bichinho, a pena aumenta até um terço, seja ele doméstico, domesticado, silvestre, nativo ou exótico.

 

Na noite de segunda (24) o boletim de ocorrência foi registrado e segue no aguardo da homologação para a continuidade da investigação.

 

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