Encontrado Corpo de Letícia, Funcionária do MEC Desaparecida Desde Sexta

27/08/2019

 

Letícia Sousa Curado, advogada e funcionária terceirizada do MEC estava desaparecida desde a última sexta-feira, 23 de agosto, quando saiu de casa, por volta das 7:30h da manhã e não voltou mais.

 

Segundo o marido, Kaio Fonseca, Letícia voltou em casa para pegar com ele R$5,00 trocado, pois estava atrasada e devido a essa atitude, acredita-se que ela estava disposta a pegar um transporte pirata. E essa é a linha de investigação da polícia. Acredita-se que o cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos, preso na madrugada de domingo (25/08) como suspeito, tenha oferecido carona para convencer Letícia a entrar no carro.

 

De acordo com fontes policiais, o suspeito levou os investigadores ao local do crime na tarde de segunda-feira, 26 de agosto. O cadáver estaria dentro de uma manilha perto da fábrica de sementes Pioneer, na DF-250. À PCDF, Marinésio teria dito que conhecia a vítima de vista. Relatou ter parado no ponto de ônibus e oferecido carona para a jovem até a rodoviária do Paranoá. Ela teria aceitado e, no caminho, o homem teria assediado Letícia, que recusou a investida.

 

Marinésio, então, teria esganado a funcionária do MEC até a morte e desovado o corpo dela em manilha situada às margens de uma estrada que fica na região do Vale do Amanhecer, em Planaltina. Após matar a mulher, confessou ter furtado os pertences pessoais de Letícia, segundo fontes da PCDF.

 

Ao abordar o suspeito em via pública, que estava em uma Blazer prata, placa JFZ 3420-DF, os policiais encontraram, no porta-luvas do carro, uma bolsa, com fichário e material escolar, além de um relógio, objetos pessoais de Letícia. O celular da advogada estava atrás do banco do veículo. O cozinheiro afirmou, a princípio, que os itens encontrados foram comprados por ele.

 

 No carro do suspeito, a polícia encontrou uma nota de R$ 5, o mesmo valor que Letícia pegou com o marido antes de seguir até a parada de ônibus. A última localização do celular da vítima foi na casa do acusado, próximo ao Arapoanga.

 

O Suspeito

O cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto era o único suspeito nas investigações sobre o desaparecimento de Letícia. Por isso, foi decretada a prisão temporária dele por um prazo inicial de 30 dias. 

 

Na tarde do dia 26 de agosto, Marinésio confessou ter matado Letícia por estrangulamento, para que a vítima parasse de gritar por socorro. E levou os policiais até o local onde havia escondido o corpo. Contudo, Marinésio confessou, ainda, um outro assassinato, de Genir Pereira de Sousa, de 47 anos. A empregada doméstica desapareceu no dia 2 de junho e o corpo dela foi encontrado dez dias depois. 

 

A informação foi confirmada pela delegada Jane Klébia, da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), que investiga a morte de Genir. O corpo dela foi localizado em uma região entre Planaltina e o Paranoá.

 

Isso não é tudo, Marinésio ainda foi reconhecido por uma outra vítima, uma mulher de 23 anos, que conseguiu escapar, ela disse que o reconheceu – e ao carro dele – depois que viu imagens, por causa da morte de Letícia. 

 

Durante a tarde de segunda-feira a mulher procurou a delegacia para denunciar Marinésio dos Santos Olinto.  Ela contou que foi abordada pelo suspeito no dia 11 de agosto. Segundo a Polícia Civil, a vítima contou que voltava do trabalho por volta de 21h30, quando Marinésio se apresentou como "motorista de transporte pirata".

 

Segundo o delegado Fabrício Augusto Paiva, da 31ª Delegacia de Planaltina, o suspeito repetiu a conduta adotada com Letícia e Genir. No meio do caminho, ele teria assediado a vítima sexualmente. Ele falou para a vítima que a levaria ao Morro da Capelinha.

 

A jovem disse que conseguiu abrir a porta do carro e pulou, com o veículo em movimento.

 

A comoção com o caso de Letícia foi total. Toda a população do DF se chocou com o caso e se compadeceu com a dor da família, desde antes da descoberta do assassinato. Agora todos aguardam o desfecho que será dado pela justiça.

 

 

 

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