Metroviários e Rodoviários Suspendem Greve no DF

23/09/2018

Em meio a ameaças que propunham o início de uma nova greve, os metroviários e rodoviários do Distrito Federal decidiram suspender a ação que teria início na segunda-feira (24/9).

 

Os metroviários reivindicavam por melhores condições trabalhistas, pela convocação de concursados, pelo reajuste salarial retroativo de 2015 e para a criação de um canal de comunicação entre a empresa e os funcionários.

 

Na sexta-feira (21/9) houve uma reunião, organizada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), em que o órgão, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) e o Sindicato dos Metroviários chegaram a um acordo. O TRT-10 garantiu a recomposição salarial em cerca de 8% já para o mês de setembro. O não cumprimento desse reajuste acarretará ao Metrô-DF uma multa de R$100 mil por mês de atraso. Assim, o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Metrô-DF precisam enviar projeto de lei com proposta de alteração na Lei Orçamentária Anual de 2018, em até 10 dias, para a Câmara Legislativa.

Além disso, o acordo realizado previu a nomeação de 16 concursados, do certame de 2013. Sobre o assunto, o Metrô-DF prometeu apresentar uma proposta de estudo para contratações futuras de servidores previstas na Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) de 2015/2017, até dia 31 de outubro deste ano.

 

Neste sábado (22/9), na estação Águas Claras, foi organizada uma assembleia para votação que determinaria a realização ou não da greve. Cerca de 100 funcionários metroviários compareceram e ao todo 215 filiados ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (Sindimetrô/DF) participaram da votação. O pleito aconteceu por volta das 12h30 e apenas duas pessoas votaram a favor da greve. De acordo com o Sindmetrô-DF, o acordo firmado no sábado só valerá caso a greve não aconteça.

 

Rodoviários

 

O Sindicato dos Rodoviários se reuniu esta manhã, em assembleia, e decidiu suspender a greve marcada para a partir de segunda-feira (24/9). A reunião aconteceu no Conic, seguida por uma votação que derrubou a ideia da paralisação para semana que vem. Inicialmente, a proposta foi um aumento de 7% no salário dos trabalhadores, porém a medida foi recusada pelas empresas. Porém, outras propostas foram levadas em consideração para a decisão final dos cerca de 300 trabalhadores que compareceram à votação.

As outras propostas visam a não terceirização da categoria, a redução das taxas dos planos de saúde e odontológico, além de um aumento de 5% no vale alimentação dos trabalhadores. Para os empregados que precisarem recorrer ao afastamento, a proposta visa também o recebimento de uma cesta básica em até 6 meses. O reajuste salarial terá um aumento superior a 9% para quem está trabalhando nas empresas a mais de 5 anos. Além disso, os rodoviários receberão o retroativo do salário dos meses de agosto e setembro.

 

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