Motorista Embriagado é Condenado Após Matar Mãe e Filha em Águas Claras

31/08/2018

 

Rafael Yanovich Sadite foi condenado a 11 anos de prisão nesta terça-feira (28/08), e inicialmente cumprirá a pena em regime fechado.

 

O homem foi acusado de matar a jornalista Alessandra Tibau Trino Oliveira e sua filha, Júlia, de 1 ano, em um acidente de carro em 2014. O crime foi declarado como doloso eventual (risco de matar assumido).

 

No tribunal, a defesa de Rafael ainda tentou apontar as condições da pista e à imprudência de Gabriel Gomes Faria Oliveira, motorista do outro carro, como as causas verdadeiras do acidente. Porém, tudo isso foi negado pelo juíz. Rafael foi levado, em seguida, para o Complexo Penitenciário da Papuda, após um julgamento de 11 horas.

 

A família das vítimas declarou em entrevista que apoiam totalmente a decisão, e sente-se favoráveis pela justiça no Brasil.

 

O acidente ocorreu no dia 8 de Maio, o Dia das Mães daquele ano, na DF-079, entrada de Águas Claras. Alessandra e Júlia voltavam de uma festa no Park Way, quando foram atingidos por Rafael que estava sob efeito de álcool. Alessandra morreu na hora, enquanto sua filha, Júlia, sobreviveu por mais um tempo, mas morreu logo após ser socorrida.

 

Rafael fez o teste do bafômetro, que indicou 0,5 miligramas de álcool por ar expelido, sendo que o limite é de 0,33 mg/ar expelido. Rafael também estava dirigindo a mais de 100km/h numa via cujo limite é de 50km/h.

 

NOTA DA DEFESA À IMPRENSA:

 

Os advogados de Rafael Yanovich Sadite, Dr. Johnny Pereira do Nascimento, Dr. Iarleys Rodrigues Nunes, Dra. Dayana Almeida Fraga, e, vêm, por meio deste, esclarecer alguns pontos da reportagem realizada pelo Águas Claras Mídia, esclarecendo que: Há algumas inconsistências na matéria citada, quais sejam: 1. Rafael não foi condenado a onze anos de prisão, a pena de reclusão é de 9 anos e 4 meses inicialmente fechado, e poderá progredir de regime após cumprimento de 1/6 da pena, conforme determina a Lei de Execuções Penais. Quanto ao crime de embriaguez ao volante trata-se de pena em regime não fechado e de detenção. 2. No caso, não se trata de execução da pena, mas sim de prisão preventiva decretada pelo Juiz após a sessão plenária, a defesa está convicta que não houve no processo fato novo capaz de ensejar um decreto de prisão preventiva, até porque Rafael respondeu o processo solto e cumpriu todas as medidas cautelares e foi fiel aos atos processuais comparecendo em todos, e a sentença é passível de recursos que podem tanto anular o julgamento quanto diminuir a pena. Assim sendo, não é justo o início do cumprimento de pena no cenário acima proposto de reforma da sentença. 3. No que tange aos precedentes do STF que foram invocados esses se referem a processos de réus presos, o que não é o caso de Rafael que respondeu o processo solto, tal contradição será devidamente exposta a Turma Criminal, e se necessário as Cortes Superiores. 4. Por fim, conclui-se que não há nenhum fato novo capaz de ensejar prisão preventiva, bem como a defesa recorrerá da decisão do Tribunal do Júri o que poderá mudar os rumos do caso. Nem sendo plausível falar nessa fase processual de prisão preventiva ou execução de pena.

 

Brasília/DF, 1º de setembro de 2018.

Dr. Johnny Pereira do Nascimento OAB/DF. 55.678

 

Participe do Grupo de Águas Claras Mídia de Moradores no WhatsApp – Contribua para a melhoria e desenvolvimento de nossa cidade! - Envie nome, endereço e telefone para: contato@aguasclarasmidia.com.br  

 

Sitewww.aguasclarasmidia.com.br
Facebookwww.facebook.com/aguasclarasmidia
Instagramwww.instagram.com/aguasclarasmidia
Twitterwww.twitter.com/aguasclaramidia
Youtubewww.youtube.com/aguasclarasmidia

 

Águas Claras Mídia – Sua Cidade em um Click

 

#AguasClarasMidia #AguasClaras #AguasClarasDF

Compartilhe no Facebook
Compartilhe noTwitter
Please reload

Posts Em Destaque

Caravana Coca-Cola sobre trilhos

1/10