Slow Life

21/08/2018

Já ouviu falar em Slow Life? Pois é. É justamente o que o nome diz. Vida lenta. Mas é bom ressaltar que vida lenta não significa  necessariamente ser devagar demais ou preguiçoso. Significa que precisamos apenas desacelerar. Parar para respirar com consciência.

 

Quantas vezes você já se pegou com pressa, ansioso e dando conta de mil tarefas ao mesmo tempo? Já sentiu que nem sabia mais o que estava fazendo? Ou de que não esteve presente, com plenitude, em nada que realizou?

 

Como eu já disse aqui nesta coluna anteriormente, estar presente em tudo o que fazemos é o verdadeiro significado de meditar. Portanto, meditemos mais. Meditemos sempre. Saibamos ter consciência de tudo o que está ao nosso redor. Como você tem usado seu tempo?  Tem usado para suas prioridades internas ou para urgências externas? Planejamento é um ótimo truque para quem não quer viver com pressa.

 

O primeiro passo é cuidar das pessoas que são importantes pra você. Cuide de suas relações. Não as deixe em segundo plano. São as pessoas que você ama que estarão com você nos momentos mais difíceis. Portanto, antes de deixá-las de lado para cuidar do seu trabalho ou das suas “urgências”, pense duas vezes.

 

Além disso, é importante saber o que ocupa mais tempo em sua vida hoje. Será que é algo que realmente vale seu tempo? Ou é algo que você pode reduzir?  A terceira dica é não fazer as coisas com pressa só porque precisam ser feitas. Aquele velho ditado “A pressa é inimiga da perfeição” é tão verídico que deveria ser um mantra. Claro que não devemos almejar a perfeição, mas, sinceramente, fazer as coisas mal feitas só para se ver livre delas não é a escolha mais sábia.

 

A quarta maneira de ter uma Slow Life é deixar de ser multitarefa. Pare para fazer uma coisa de cada vez. Só assim você conseguirá produzir mais, em menos tempo e, claro, meditando sobre aquilo. O quinto princípio do Slow Life é ficar mais tempo offline. A internet é inimiga da tranquilidade. Quem usa muito smartphone, aplicativos e redes sociais tende a ser mais imediatista e, consequentemente, mais ansioso. Ninguém merece, né? Por fim, faça pausas. Em tudo. Sempre. As pausas oxigenam nosso cérebro e nos fazem pessoas melhores, menos chatas e mais felizes. Ame-se a ponto de fazer pausas. E, assim, você terá uma vida muito mais plena.

 

Facebook: Natália Ribeiro

Twitter: natiribeiro95

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